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Marca Templo da Lua Templo da Lua
Encontro ao entardecer no Templo da Lua, junto ao rio e às montanhas

Templo da Lua — bem-estar, moradia e hospitalidade no Vale da Lua

Marca Templo da Lua Fases da lua Templo da Lua

Um destino integrado de bem-estar, moradia e hospitalidade no Vale da Lua, Chapada dos Veadeiros.

Área 30 hectares
Residências 18 vilas
Hospedagem 24 cabanas
Status Em estruturação
FILME DO TEMPLO Fases da lua

Do encontro ao céu estrelado

A sequência atravessa a água, a pedra e a convivência até que o céu noturno revele, com sutileza, o Templo da Lua.

Templo da Lua · Filme de atmosfera Assista à sequência completa em tela cheia
01 — Conceito Fases da lua

O ritmo desacelera e a paisagem participa

O Templo da Lua é um espaço de hospitalidade diurna e experiências regenerativas situado às margens do Rio São Miguel, em um dos trechos mais simbólicos da Chapada, no Vale da Lua. Água, pedra, floresta e os ciclos da lua são os elementos centrais — não decoração, mas estrutura do projeto.

Natureza e preservação

Baixa densidade, mata preservada e corredores ecológicos como premissa de desenho, não como compensação.

Arquitetura orgânica

Cada implantação nasce da rocha, da clareira e da topografia do ponto exato onde se apoia.

Bem-estar e recuperação

Movimento, som, calor, contraste térmico e água conduzidos por facilitadores, com ritmo de dia inteiro.

Pertencimento

A marca vende participação em um território e em um modo de viver o tempo, não metros quadrados.

Fases da lua FILME DE ATMOSFERA Água, pedra e mata em movimento
Água, pedra e mata revelam o ritmo do Templo da Lua.
02 — Leitura do território

O plano parte do terreno, não da geometria

A localização definitiva de cada construção parte do levantamento aerofotogramétrico com LiDAR e do diagnóstico ambiental, ambos concluídos; restam o estudo de solo, os acessos e o licenciamento.

ÁGUARio São Miguel e áreas de preservação permanente
MATAVegetação preservada e corredores ecológicos
PEDRAGrandes formações rochosas e afloramentos
ALTURACotas de 873 a 1.020 m, mirantes na Gleba 03 e topografia de encosta
EXISTENTECasa, trilhas e acessos atuais
APTIDÃOÁreas aptas de 14,78 ha delimitadas em laudo, distâncias e privacidade
SUPORTEÁgua, energia, resíduos e mobilidade interna
CONTEXTOAPA de Pouso Alto, Decreto Estadual 5.427/2001, a 1.700 m do Parque Nacional
Modelo 3D · terreno e urbanização

Malha tridimensional da gleba gerada a partir do levantamento aerofotogramétrico. Na aba Urbanização, o simulador implanta clube, vilas e cabanas sobre o relevo — número de unidades, afastamento, declividade máxima e fases são ajustáveis, com área construída e taxa de ocupação calculadas na hora.

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03 — Aptidão do território

Metade se constrói, metade se conserva

O diagnóstico físico e ambiental de julho de 2025 delimitou, com levantamento LiDAR e vistoria em campo, exatamente onde é possível construir. O projeto foi dimensionado dentro desse limite.

ÁREAS APTAS14,78 ha48,8% da propriedade classificadas como aptas no diagnóstico de julho de 2025, sujeitas ao licenciamento e aos projetos específicos.
APP8,81 haFaixas de 30 m ao longo dos cursos d'água
RESERVA LEGAL6,14 ha20,25% do imóvel, conforme declarado no CAR
USO RESTRITO8,78 haDeclividades entre 25° e 45°, uso condicionado
TRÊS GLEBAS, TRÊS MATRÍCULAS
GLEBAMATRÍCULAÁREACARÁTER TOPOGRÁFICO
Gleba 01A5.4294,4437 haPredominância plana a suavemente ondulada (0–8%)
Gleba 01B5.4305,1178 haPredominância plana a suavemente ondulada (0–8%)
Gleba 035.29720,7007 haHeterogênea: mirantes a ~1.000 m e bordas escarpadas
Área total30,2662 haCotas de 873 a 1.020 m · CAR emitido

A gleba residencial de aproximadamente 4 hectares prevista na estrutura societária das vilas já existe como imóvel autônomo: a Gleba 01A, matrícula 5.429, com 4,4437 ha e a topografia mais favorável do conjunto.

O QUE CADA FAIXA ADMITE
APP · PRESERVAÇÃO PERMANENTE
ADMITETrilhas suspensas, passarelas, pontes, educação ambiental e pesquisa, com autorização
NÃO ADMITEConstruções, supressão de vegetação, alteração do solo
RESERVA LEGAL
ADMITEManejo sustentável, trilhas ecológicas, ecoturismo contemplativo e pesquisa
NÃO ADMITEConstruções permanentes e atividades que alterem o ecossistema
ÁREAS DE USO RESTRITO
ADMITEEcoturismo, preservação, pesquisa científica e atividades agrossilvipastoris
CONDICIONASupressão apenas por utilidade pública, interesse social ou baixo impacto
O PROGRAMA DENTRO DO LIMITE LEGAL
ÁREA CONSTRUÍDA TOTAL{{ areaConstruida }}Vilas, cabanas e clube somados
OCUPAÇÃO DAS ÁREAS APTAS{{ ocupAptas }}Sobre os 14,78 ha classificados como aptos no diagnóstico
DESTINADO À CONSERVAÇÃO15,48 ha51,2% da propriedade
COBERTURA NATIVA> 90%Cerrado sensu stricto sem degradação antrópica

A densidade não é uma limitação imposta pela lei: o programa completo ocupa uma fração das áreas aptas. A escassez é do produto, não do terreno — e acompanha as premissas dos simuladores das vilas e do hotel.

DISTÂNCIA DO PARNA1.700 m do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
ACESSOGO-239, a 8,5 km da Vila de São Jorge
MARCOS NA PAISAGEMPraça de Pedra, Pedra Equilibrada e mirantes a ~1.000 m
CERTIFICAÇÃOElegível a selos GSTC e Green Key

Fonte: Diagnóstico Físico e Ambiental — Fazenda Vale da Lunabel, glebas 01A, 01B e 03, Alto Paraíso de Goiás/GO, julho de 2025. Levantamento aerofotogramétrico com drone e sensor LiDAR, vistoria técnica in loco, fotografias geoetiquetadas e análise integrada ao Cadastro Ambiental Rural. Pedro R. A. R. Granado, engenheiro ambiental CREA 21.485-D/GO, e Flávio Ribeiro Filemon, biólogo CRBio 117776/04-D. Critérios de inaptidão: declividade superior a 30% (Plano Diretor de Alto Paraíso, art. 9º, V, “e”), APP de 30 m (Lei Federal 12.651/2012) e Reserva Legal de 20,25% do CAR. As áreas de uso restrito somam-se como camada de condicionamento, não de inaptidão.

04 — Pranchas de implantação

Três pranchas detalham cada núcleo

Visões aéreas de implantação: o núcleo operacional do Wellness Club, as três constelações residenciais e as três paisagens do hotel.

escolha uma prancha · deslize no celular
Vista aérea cinematográfica do Wellness Club integrado à mata, às rochas e ao Rio São Miguel
Visão aérea · estudo conceitual

Wellness Club

Casa da Lua, pavilhão de movimento e espaços de recovery conectados por caminhos leves entre a pedra e o rio.

01
ÁREA2 a 2,5 hectares
CASA DA LUARecepção, restaurante e apoio
CLAREIRAPavilhão de yoga e respiração
RECOVERYSauna, banho frio e repouso
Ver implantação técnica e pontos do programa
Prancha técnica do Wellness Club com pontos numerados e legenda
Vista aérea cinematográfica de dezoito vilas organizadas em três constelações junto ao vale
Visão aérea · estudo conceitual

Residencial

Dezoito vilas em três constelações de baixa densidade, unidas por trilhas e clareiras sob a copa preservada.

02
GLEBA4 ha · 18 participações em S.A.
R1 · NASCENTE6 vilas
R2 · LUA CHEIA6 vilas
R3 · POENTE6 vilas
Ver implantação técnica e constelações
Prancha técnica residencial com três constelações de seis vilas
Vista aérea cinematográfica das paisagens Safari, Mata e Pedra do hotel de bangalôs
Visão aérea · estudo conceitual

Hotel bangalôs

Três paisagens de hospitalidade: Safari junto ao rio, Mata sob a copa e Pedra entre os grandes afloramentos.

03
CHAVES24 em três paisagens
H1 · SAFARI12 cabanas de 42 a 50 m²
H2 · MATA6 cabanas sob a copa
H3 · PEDRA6 cabanas em três pares
Ver implantação técnica e três paisagens
Prancha técnica do hotel com as paisagens Safari, Mata e Pedra

Imagens e implantações de estudo. Perímetros, constelações e posições indicadas são conceituais e serão refinados durante a compatibilização planialtimétrica, o desenvolvimento dos projetos de arquitetura e o licenciamento ambiental.

05 — Estrutura do negócio

Três negócios complementares, um ecossistema

O Wellness Club cria a marca e o fluxo. As vilas geram o capital. O hotel e os serviços compartilhados geram receita recorrente e valorizam as residências.

06 — Pilar 01

Wellness Club abre a operação

Experiência diurna para visitantes, proprietários das vilas e hóspedes do hotel, apoiada na casa e na estrutura básica já existentes.

SOFT OPENING Sexta a domingo

Fase para testar jornada, capacidade, ticket médio, programação, equipe e demanda real.

CAPACIDADE DE REFERÊNCIA {{ W.capacidade }} pessoas / dia

Base de {{ W.diasSemana }} dias por semana e {{ W.semanasAno }} semanas por ano — {{ W.visitantes }} visitantes na operação estabilizada.

HIPÓTESE COMERCIAL {{ W.ticket }} por visitante

Receita média por visitante, resultante do mix de pacotes. Formato a validar na operação-piloto.

WELLNESS CLUB · ATMOSFERA Arquitetura leve, presença e paisagem
Uma experiência construída entre a floresta, a pedra e os ciclos naturais.
Fases da lua

Jornada da Lua

Hospitalidade diurna, sem pressa e sem obrigação. A pessoa chega e entra em um estado de jornada, não em uma agenda rígida.

Ritual de boas-vindas com defumação em deck entre as rochas Grupo descalço tocando a água do Rio São Miguel Pavilhão de yoga com abertura circular e taças sonoras Mesa longa servida no deck com vista para o vale
ETAPA 01 Chegada ritualizada
ETAPA 02 Grounded
ETAPA 03 Programação viva
ETAPA 04 Alimentação consciente
01

Chegada ritualizada

Momento de chegada para equalizar e conectar a pessoa com a proposta do local.

Purificação e defumação Apresentação do espaço Orientações da casa Welcome drink e infusão botânica
02

Grounded

Experiência livre de conexão pelo espaço, botando os pés no chão e vivendo a presença.

Experiência pé no chão Banho de cachoeira Passeio pela floresta Piscinas naturais e rio
03

Programação viva

Programações semanais em grupo e individuais de conexão, sempre opt-in.

Yoga suave e somático Meditação guiada e respiração Sound healing e herb bath Recovery: ice bath e sauna Talks com convidados
04

Alimentação consciente

Comida leve, viva e sazonal, em horários fluidos e com foco em nutrição.

Gastronomia intuitiva Bowls e comidinhas nutritivas Tapas e entradinhas Alta coquetelaria Chefs convidados
Sauna de madeira e ofurôs de pedra em deck junto ao rio

Sauna integrada com a natureza

Sauna, banho frio e repouso encaixados na pedra, com vista aberta para a mata. O contraste térmico é supervisionado, com tempo de recuperação entre os ciclos.

WELLNESS CLUB

Decks e banhos entre os matacões

Ofurôs, banho frio, mesas de massagem e o pavilhão de refeições se distribuem entre as rochas, ligados por decks e passarelas. Tudo apoiado na casa existente, com estruturas leves e reversíveis.

Vista aérea do Wellness Club com yoga, massagens, sauna e banhos entre as rochas
Deck de contemplação sobre a rocha ao anoitecer, com a lua crescente
Fases da lua DECK DE CONTEMPLAÇÃO · RIO SÃO MIGUEL
07 — Pilar 02

18 vilas financiam a hospitalidade

Arquitetura orgânica, compacta e integrada às condições naturais de cada ponto. Como rochas e vegetação variam, cada implantação tem pequenas diferenças dentro da mesma tipologia.

TIPOLOGIAQTD.ÁREA-BASEPOR PARTICIPAÇÃOVGV
Villa Ninho{{ V.n.q }}{{ V.n.a }}{{ V.n.preco }}{{ V.n.vgv }}
Villa Mata{{ V.m.q }}{{ V.m.a }}{{ V.m.preco }}{{ V.m.vgv }}
Villa Pedra{{ V.p.q }}{{ V.p.a }}{{ V.p.preco }}{{ V.p.vgv }}
VGV total — {{ V.unidades }} participações{{ V.unidades }}{{ V.areaTotal }}{{ V.vgv }}
Excedente econômico preliminar do ciclo{{ V.excedente }}
SIMULADOR DE CENÁRIOS · VILAS Altere qualquer premissa e a tabela acima, os pilares e a seção Números se recalculam na hora.
PREÇO DE VENDA
UNIDADES POR TIPOLOGIA
ÁREA-BASE POR VILA
CUSTO DO CICLO

Obra e infraestrutura são premissas do estudo preliminar. Substituir pelo orçamento executivo quando disponível.

VGV TOTAL{{ V.vgvMi }}{{ V.vgv }}
CUSTO DO CICLO{{ V.custoMi }}obra {{ V.construcao }}
EXCEDENTE DO CICLO{{ V.excedenteMi }}{{ V.excedente }}
MARGEM SOBRE O VGV{{ V.margem }}{{ V.unidades }} participações
TICKET MÉDIO{{ V.precoMedio }}por participação
ÁREA VENDIDA{{ V.areaTotal }}{{ V.pm2Medio }}/m² médio

Estudos de arquitetura das vilas

PEDRA · MADEIRA · TERRA · ÁGUA
Villa ao anoitecer com deck, espelho d'água e vista para a serra Vista aérea das vilas implantadas entre as rochas ao pôr do sol Villa encaixada na fenda da rocha, com deck e rede Quarto aberto para o pátio de banho com chuveiro externo Sala com matacão aparente atrás do vidro e vista para a chapada Estar e cozinha com pátio interno em luz da tarde Estar compacto com banco curvo na rocha e rede no deck Conjunto de vilas em pedra e madeira sobre o afloramento Duas vilas ligadas por deck, com espelho d'água e árvore preservada Villa com cobertura escura apoiada na rocha, ao amanhecer
TEMPLO DA LUA · VILAS Nenhuma implantação se repete: a rocha e a clareira desenham cada casa.
IMPLANTAÇÃOApoio mínimo no solo, entre matacões
MATERIALPedra local, madeira escurecida e terra
ABERTURASVãos amplos, pátio de banho e rede no deck
ÁREA85 · 117,5 · 145 m², nunca acima de 150
Estrutura de propriedade

Participação societária, não matrícula individual

01Separação da Gleba 01A, matrícula 5.429, com 4,4437 ha — imóvel autônomo já existente, sem necessidade de novo desdobro.
02Constituição de sociedade específica, denominada provisoriamente Templo da Lua Residences S.A.
03A sociedade é proprietária da gleba residencial.
04Cada proprietário adquire uma participação vinculada ao direito de uso exclusivo de uma villa.
05Governança, serviços, regras de uso e custos compartilhados definidos em documentos próprios.
08 — Pilar 03

{{ H.qtd }} cabanas em três fases e três linguagens

Cada fase é uma decisão separada, tomada com dados da operação anterior. O hotel nunca é construído por inteiro antes de a demanda existir.

Cabana safari com deck e passarela iluminada
FASE 1

{{ H.qS }} Cabanas Safari

Linguagem de lodge de natureza: estruturas leves, interiores táteis, forte relação com a paisagem. Unidades de {{ H.aS }}, diária de {{ H.adrS }} e {{ H.ocup }}% de ocupação estabilizada.

CAIXA ANUAL PÓS-FF&E {{ H.f1.caixa }} EBITDA {{ H.f1.ebitda }}
Cabana integrada à mata e às rochas na luz do fim da tarde
FASE 2 · TOTAL {{ H.f2.qtd }}

+ {{ H.qM }} Cabanas Mata

Seis unidades desenhadas para maior integração com a vegetação e as clareiras naturais existentes.

CAIXA ANUAL PÓS-FF&E {{ H.f2.caixa }} EBITDA {{ H.f2.ebitda }}
Cabana mineral apoiada nas rochas
FASE 3 · TOTAL {{ H.f3.qtd }}

+ {{ H.qP }} Cabanas Pedra

Linguagem mineral, com pátios, enquadramentos e implantação relacionada às formações rochosas.

CAIXA ANUAL PÓS-FF&E {{ H.f3.caixa }} EBITDA {{ H.f3.ebitda }}
Galeria de tipificações

Seis maneiras de habitar a paisagem

Estudos visuais de implantação e atmosfera. As três fases comerciais do hotel permanecem organizadas nas linguagens Safari, Mata e Pedra.

SIMULADOR DE CENÁRIOS · HOTEL Diárias, ocupação, custo de obra e reserva de FF&E. As três fases acima e a seção Números seguem estas premissas.
CABANAS
DIÁRIA MÉDIA · R$
ÁREA POR CABANA
OPERAÇÃO
CAPITAL
RECEITA ANUAL · HOTEL COMPLETO{{ H.f3.totalMi }}hospedagem {{ H.f3.hosp }}
EBITDA ANUAL{{ H.f3.ebitdaMi }}{{ H.f3.ebitda }}
CAIXA PÓS-FF&E{{ H.f3.caixaMi }}{{ H.f3.caixa }}
INVESTIMENTO NAS 3 FASES{{ H.capexMi }}{{ H.areaTotal }} construídos
RETORNO SOBRE O CAPITAL{{ H.rendimento }}EBITDA / investimento
PAYBACK DE CAIXA{{ H.payback }}ADR média {{ H.adrMedia }}
09 — Modelo

Começar leve e crescer com o próprio resultado

O empreendimento foi pensado para reduzir a necessidade de aporte inicial e crescer em etapas verificáveis.

CICLO DE DESENVOLVIMENTO
01Regularizar e estudar o território
02Desenvolver arquitetura, urbanismo e masterplan
03Implantar o Wellness Club em formato MVP
04Abrir a experiência e começar a construir a marca
05Estruturar juridicamente e lançar as vilas
06Utilizar o resultado das vendas para financiar a implantação
07Construir as 12 primeiras cabanas do hotel
08Ampliar o hotel para 18 e depois 24 cabanas
09Consolidar receitas recorrentes de hospedagem, wellness, gastronomia e serviços
POR QUE ESSE MODELO
Menor capital próprio necessário no início
Validação do destino antes das obras pesadas
Marca construída pelo Wellness Club
Receita de curto prazo com day use e gastronomia
Capital gerado pela comercialização das vilas
Implantação progressiva do hotel
Receita recorrente com hospedagem e serviços
Valorização das vilas com a evolução do ecossistema
Menor risco do que construir tudo antes de testar
10 — Cenário-base

O cenário-base parte de R$ 600 mil

No cenário-base, o aporte inicial prioriza a estruturação técnica, jurídica e comercial e a implantação do Wellness Club em formato MVP.

INVESTIMENTO PARA INICIAR
Estudos, licenciamento e estruturação ambientalR$ 150.000
Arquitetura, urbanismo e masterplanR$ 250.000
Implantação do Wellness Club MVP{{ W.capex }}
Investimento inicial total{{ investTotal }}
RESUMO FINANCEIRO PRELIMINAR
Vilas — excedente total do ciclo de venda{{ V.excedente }}
Wellness Club — EBITDA anual estabilizado{{ wellnessEbitda }}
Hotel Fase 1 — caixa anual pós-FF&E{{ H.f1.caixa }}
Hotel Fase 2 — caixa anual pós-FF&E{{ H.f2.caixa }}
Hotel completo — caixa anual pós-FF&E{{ H.f3.caixa }}
Hotel completo — EBITDA anual{{ H.f3.ebitda }}
Recorrente na maturidade — wellness + hotel{{ recorrente }}
CENÁRIO-BASE · CAIXA FUTURO TOTALR$ 43.680.000MVP, residencial, Hotel 1 e Hotel 2
CENÁRIO-BASE · CUSTO COM A TERRAR$ 48.680.000Inclui R$ 5,0 mi de custo histórico da terra
CENÁRIO-BASE · COBERTURA DO HOTEL 11,03xMeta prudencial de 1,20x — faltam R$ 1,68 mi
CENÁRIO-BASE · CAIXA EM 60 MESESR$ 2.730.000Com dívida e equity ilustrativos; gap de R$ 1,88 mi no Hotel 2

Os valores dinâmicos das vilas, do Wellness Club e do hotel refletem as premissas ativas nos três simuladores. Alterações geram um cenário exploratório salvo neste navegador; use “Voltar ao cenário-base” para restaurar o modelo v1.4, de 29 de julho de 2026. Os quatro marcos acima são referências fixas do cenário-base e não se recalculam. Todas as projeções são preliminares e anteriores a impostos, juros, amortização e depreciação; devem ser atualizadas conforme orçamento, cronograma, estrutura tributária e dados reais de operação.

11 — Condições

O que precisa estar concluído antes de vender

A área é rural, inserida na APA de Pouso Alto (Decreto Estadual 5.427/2001) e situada a cerca de 1.700 m do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. O diagnóstico de julho de 2025 já delimitou as áreas de preservação permanente ao longo do Rio São Miguel, a Reserva Legal e as áreas de uso restrito.

01Certidão formal de uso e ocupação do solo emitida pela Prefeitura
02Pré-análise do Registro de Imóveis
03Levantamento topográfico e documental da propriedade · concluído
04Diagnóstico ambiental · concluído
05Delimitação das áreas protegidas e das áreas aptas · concluído
06Definição do processo de licenciamento
07Parecer sobre a separação da gleba de 4 hectares
08Estruturação societária, contratual e tributária da S.A.
09Regras de governança, uso exclusivo e sucessão
10Validação jurídica da forma de divulgação e comercialização

Até a conclusão dessas etapas, o projeto deve ser apresentado como empreendimento em estruturação. Não se deve prometer matrícula individual, lote autônomo ou aprovação definitiva.

Passarela de madeira entre a mata com esferas espelhadas
12 — Síntese

Começar leve, validar a experiência, vender as vilas e usar o resultado para construir a hospitalidade.

O Templo da Lua não vende apenas uma casa ou uma diária. Ele oferece pertencimento a um território e a uma forma diferente de viver o tempo.

LOCALVale da Lua · Chapada dos Veadeiros · GO
ÁREA30,2662 ha · 14,78 ha aptos
STATUSProjeto conceitual em estruturação
DOCUMENTOAtualizado em julho de 2026
Marca Templo da Lua Templo da Lua uso interno